
Esta história foi construída peça por peça por cada elemento da família da turma do 6.ºB, no âmbito do projeto Escreve+.
O nosso profundo agradecimento a todas as famílias pelo envolvimento e por prolongarem a missão do projeto nas vossas casas.
A equipa,

Ficha técnica
O NATAL INVERTIDO
Autores: Turma 6.ºB e os seus Encarregados de Educação
Ilustradores: Turma do 6.ºB com a colaboração do professor de Educação Visual.
Publicação: maio de 2022
Colégio INED
"Desta vez é que é! Bilhetes comprados, malas feitas, casa vendida. Espero que, em breve, alguém responda ao meu anúncio no jornal, para ocupar o meu lugar. Nova Iorque, aqui vou eu!"
"Já estava cansado de morar no Polo Norte no meio do nada... Quero mais é fazer compras na Quinta Avenida e passear no Central Parque.
Em Nova Iorque é que se vive bem, andar preocupado com as prendas das criancinhas, já não é para mim!
Vou sentir saudades das renas, mas, em Nova Iorque, posso apanhar o metro e ir para todo o lado." - dizia para consigo o Pai Natal Rogério.
Mais tarde, recebeu um telefonema. Era um senhor velhinho chamado Nicolau, que estava disposto a ocupar o papel de novo Pai Natal. Depois do telefonema, foi para o aeroporto e seguiu viagem.
Passadas duas horas, já tinha chegado a Nova Iorque. Saiu do aeroporto e foi para a sua nova casa.
Quando chegou, a casa estava em muito mau estado. Ia ter de fazer uma limpeza e uma decoração fantásticas!
Mas isso podia ficar para depois! Ele queria mesmo era conhecer a cidade. Largou as calças de inverno, vestiu a camisola mais colorida que encontrou, uns calções, uns chinelos e foi embora!

"Aqui vou eu Nova Iorque!" - exclamou Rogério, muito entusiasmado por poder, finalmente, gozar a sua reforma.
Apanhou um "yellow taxi" e foi visitar o Central Parque. Não resistiu e ficou a contemplar a estátua da Alice no País das Maravilhas. De seguida, visitou o jardim zoológico do parque e, enquanto via os animais, um macaco destemido roubou-lhe a banana que tinha levado para o lanche.

Enquanto isso, Nicolau estava completamente perdido. Já Rogério estava tão entusiasmado com a sua viagem em Nova Iorque que acabou por se esquecer de lhe explicar como deveria gerir a fábrica.
De entre os brinquedos havia: cães com bicos de pato, carros com cabelo de boneco, bicicletas com rodas de camiões e ossos de avião, camisolas feitas de madeira, bonecas com carros de dinossauros...
Ao ver o que ocorria na fábrica, os duendes decidiram telefonar ao antigo Pai Natal.
Rogério, que estava ocupado, não ouviu o telefonema e o novo Pai Natal ficou perdido, pois estávamos perto do Natal e os brinquedos em armazém não serviam.
- O antigo Pai Natal é que deve ter uma boa vida. Quando me candidatei para vir para aqui, não esperava que isto fosse tão difícil! - desabafou Nicolau com os seus botões.
E estava mesmo! Sem nada para fazer. Só preocupado em visitar museus, ir ao parque, divertir-se! Mal sabia ele do estado em que se encontrava a fábrica dos brinquedos!
Os duendes apenas conseguiram ajudar Nicolau com a logística das coisas básicas: como se pilota o trenó, como se usa a máquina dos brinquedos e como se conduzem as renas. Enquanto isso, Rogério continuava a visitar os mais conhecidos museus e monumentos de Nova Iorque. Até que recebeu uma chamada urgente dos duendes, pedindo-lhe que regressasse para ensinar o novo Pai Natal a desempenhar as suas funções, já que o Natal estava à porta e tinham de se despachar.
Por compaixão, o antigo Pai Natal lá apanhou o avião de volta para o Polo Norte, mais concretamente para a sua querida e gelada Lapónia. Quando chegou, ficou espantado por perceber que sentia falta da sua terra Natal, das suas renas e até da neve!
Mal entrou na sua fábrica, nem queria acreditar no que via! Estava tudo uma desgraça, numa confusão sem fim. O antigo Pai Natal anunciou:
- Meus amigos, temos de reunir esforços e resolver o problema dos brinquedos, pois, se não nos unirmos, este Natal ficará arruinado para todas as crianças.
Os duendes e o novo Pai Natal, motivados pelo discurso de Rogério, "arregaçaram as mangas" e começaram a trabalhar, colocando os brinquedos na máquina certa, durante toda a noite.

Na manhã seguinte, estavam devastados... Nunca haviam trabalhado tanto! Agora só faltava uma coisa: preparar o trenó e as renas para a viagem. Nicolau estava muito nervoso. Afinal o Natal dependia dele...
Rogério, antes de regressar a Nova Iorque, deu-lhe um abraço e disse-lhe que só precisava de acreditar na Magia do Natal!
Trim, Trim, Trim. era o alarme do meu telemóvel. Nesse momento percebi que tudo não tinha passado de um sonho!
Levantei-me, vesti-me e tomei o pequeno-almoço. Estava muito ansiosa, porque ia passar o Natal com o meu pai, que já não via há meses.

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