Dedicado a todos os educadores e crianças dos Jardins de Infância, do Agrupamento de Escolas de Vila Pouca de Aguiar, que participaram neste Conto Redondo.

Era uma vez uma cidade, mas não era uma cidade qualquer. As árvores eram cor de rosa e amarelas. Havia flores imensas que chegavam quase ao céu, verde esmeralda. Já a relva era azul e os cães e os gatos andavam nas suas patinhas traseiras.
E que bonito era ver os meninos a passear com os seus animais, de mãos e patas dadas.
Ora nessa cidade, mesmo, mesmo ao fundo, havia uma grande casa toda branca.
Ela tinha três andares, parecia mesmo um bolo de noiva e essa casa tinha janelas das cores do arco-íris.
Mas o que seria essa casa, o que teria lá dentro?
Jardim de Infância de Telões / Educadora Paula Rodrigues

Era uma casa voadora feita de algodão doce, que cheirava muito bem! E lá dentro havia muitos chocolates, gomas e rebuçados.
Os meninos que viviam na casa, eram muito felizes!
Quando o sol nascia os passarinhos gostavam de pousar em cima da casa e cantar.
Um dia um passarinho comeu um pedacinho da chaminé. Isto nunca tinha acontecido!
Que surpresa teve o passarinho?
Será que o algodão doce era mágico?
Jardim de Infância de Pedras Salgadas / Educadora Isabel Coimbra

Quando os passarinhos viram o amigo a comer a chaminé, também quiseram experimentar.
De repente ouviu-se uma voz, muito zangada, a dizer:
- Quem é que me está a comer?
Os meninos ficaram assustados porque não perceberam quem estava a falar.
- A partir de agora toda a cidade vai ficar cinza.
A casa vai deixar de voar. Não haverá mais guloseimas. – disse a chaminé.
Os meninos e os animais, ao ouvirem isto, ficaram muito tristes.
Quem poderia ser feliz numa cidade toda cinzenta?
Quem poderia salvar a cidade?
Jardim de Infância de Vila Pouca de Aguiar - Grupo A / Educadora Jezabel Coutinho

Durante muito tempo, tudo ficou cinzento, sem cor, sem graça. Tudo era triste e os meninos não desejavam brincar na rua e os animais não apareciam, como era costume.
Até que, numa manhã cheia de nuvens cinzentas e ameaçando chuva, chegou à cidade um circo cheio de cor que contrastava com o cinzento.
O dono do circo ficou desiludido com o aspecto da cidade… mas logo pensou em devolver-lhe a cor, que certamente já tinha tido no passado.
Depois de montado o circo, não tardaram a juntar-se pessoas e animais à volta do grande espetáculo.
O circo ficou lindo e todos diziam… oh! que maravilhoso.
No circo, havia um jovem mágico com super, hiper poderes.
Só ele poderia mudar a cor da cidade.
Mas, será que traria felicidade às pessoas e aos animais?
Jardim de Infância de Vila Pouca de Aguiar - Grupo C / Educadora Filomena Couto

O jovem mágico ficou muito comovido ao ver a tristeza das pessoas, que viviam naquela cidade cinzenta e decidiu ajudá-las.
Pensou: “Tenho de fazer alguma coisa.
Já sei! Vou pintar a cidade com as cores da tenda do meu circo!
Então, com os seus super/híper poderes, voou por cima das casas, das árvores e da relva e pintou tudo. A cidade ficou tão colorida que as pessoas e os animais correram para a rua a dar abraços e beijinhos, de tão felizes que estavam.
Quem não gostou nada da mudança foi a chaminé da casa voadora. Ficou tão zangada, tão zangada que começou a fumegar, a fumegar, a fumegar, até que …….pum! A casa voadora foi pelo ar!
O que terá acontecido à casa voadora?
Jardim de Infância de Vila Pouca de Aguiar - Grupo D / Educadora Isabel Monteiro/

A casa voadora voou tanto e tão alto que chegou até à Lua.
Sim, foi neste lugar que aterrou, mesmo ao lado de uma nave espacial.
Foi tal o susto que nem se deu conta de que não vinha sozinha.
Lá dentro, escondidos e assustados, estavam alguns de seus moradores. Cautelosamente iam saindo dos seus esconderijos, espreitando pelas janelas, para observarem este lugar bem diferente, daquele a que estavam habituados.
Porque não haveriam ali casas? Que estaria aquela nave ali a fazer?
Na nave estavam três homens, que tinham um grande capacete e um fato bastante estranho.
Mal puseram os pés no chão, deram um grande salto, mais outro e outro. Afinal deslocavam-se aos saltinhos! Que esquisito!
Porque se deslocariam assim?
Jardim de Infância de Vila Pouca de Aguiar - Grupo B / Educadora Helena Carvalho

Deslocam-se aos saltinhos porque na lua não há gravidade. - disse uma menina ainda assustada. E andam com fatos de astronauta porque na lua não há oxigênio. Sem esses fatos ninguém consegue sobreviver. - disse outro menino, com ar traquina que estava a espreitar pela janela.
Afinal só estavam ali crianças, nem um adulto! Estavam todos muito assustados e preocupados. Foram a todas as janelas da casa e só viam terra e pedras. Não queriam ficar naquele lugar. Já estavam com saudades, da sua cidade colorida, da sua família, dos seus amigos, dos animais, das flores!...
Começaram a gritar: - Socorro! Socorro! Tirem-nos daqui! Mas os astronautas, dentro dos seus fatos, não os conseguiam ouvir.
Quando de repente, a casa voadora estremeceu.
O que estaria a acontecer? Estaria a casa a acordar? Será que ela os poderia ajudar a sair daquele lugar? Levá-los de regresso à sua cidade?
Jardim de Infância de Soutelo / Educadora Ana Mateus

- Full access to our public library
- Save favorite books
- Interact with authors
Colori, Colorado, este Conto está acabado.

- < BEGINNING
- END >
-
DOWNLOAD
-
LIKE(1)
-
COMMENT()
-
SHARE
-
SAVE
-
BUY THIS BOOK
(from $4.79+) -
BUY THIS BOOK
(from $4.79+) - DOWNLOAD
- LIKE (1)
- COMMENT ()
- SHARE
- SAVE
- Report
-
BUY
-
LIKE(1)
-
COMMENT()
-
SHARE
- Excessive Violence
- Harassment
- Offensive Pictures
- Spelling & Grammar Errors
- Unfinished
- Other Problem

COMMENTS
Click 'X' to report any negative comments. Thanks!